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O mercado de informações veiculares brasileiro e as projeções para os próximos anos
Segundo dados da Fenabrave, entidade que representa o setor de concessionários no Brasil, em janeiro de 2019, o setor deve ter um crescimento de 11% na venda de carros e comerciais leves e 15,9% na venda de caminhões e ônibus. Esses números nos mostram um caminho positivo no setor automotivo, mas ainda tímido. Um fator …

O mercado de informações veiculares brasileiro e as projeções para os próximos anos

Publicado: 19.07.2019 - 13:51, por eCompare.com.br

Segundo dados da Fenabrave, entidade que representa o setor de concessionários no Brasil, em janeiro de 2019, o setor deve ter um crescimento de 11% na venda de carros e comerciais leves e 15,9% na venda de caminhões e ônibus. Esses números nos mostram um caminho positivo no setor automotivo, mas ainda tímido. Um fator …

Segundo dados da Fenabrave, entidade que representa o setor de concessionários no Brasil, em janeiro de 2019, o setor deve ter um crescimento de 11% na venda de carros e comerciais leves e 15,9% na venda de caminhões e ônibus. Esses números nos mostram um caminho positivo no setor automotivo, mas ainda tímido.

Um fator que pode ser crucial para alavancar ainda mais esses números é à aplicação da tecnologia para o segmento. Por essa razão, acredito que o futuro do mercado de veículos (novos e usados) passará, inevitavelmente, pelas autotechs, ou seja, startups que atuam para à inovação aplicada à mobilidade, transporte, logística e etc.

Como já comentamos anteriormente, segundo estudo da Liga Ventures, uma das maiores aceleradoras do país, temos 193 iniciativas do setor e o desenvolvimento do chamado “big data” deve ditar algumas regras nos próximos anos. Isso porque é cada vez mais inerente que tanto consumidores quanto agentes diversos, como concessionárias, revendas e autopeças, procurem por levantamento de informações antes de realizar qualquer tipo de nova aquisição.

As autotechs de big data (ou data analytics) serão parceiras insubstituíveis para quem deseja atuar de forma assertiva no mercado de automóveis e gestão de frotas, reduzindo custos e até mesmo riscos de fraudes. Essas plataformas são capazes de reunir, organizar e estruturar grandes volumes de dados e entregar uma gama de informações qualificadas para estruturar tomadas de decisões eficientes, tudo em poucos segundos.

Com a experiência que temos aqui na Olho no Carro, por exemplo, notamos um aumento de demanda nas pesquisas veiculares, mesmo por parte dos consumidores finais. Recentemente, fizemos uma conta aproximada em nossa plataforma, e a cada 10 pesquisas, 7 tem algum tipo de restrição ou apontamento no carro. Ou seja, o que antes era mais restrito aos chamados “especialistas” ou “amantes do mundo dos automóveis”, ganhou força no dia a dia das pessoas comuns, que desejam comprar um novo carro, mas de forma cada vez mais consciente.

Não sou nenhum vidente e muito menos posso determinar com certeza como serão os próximos anos, mas se continuarmos na levada atual, as autotechs de big data ganharão destaque não só na vida das pessoas comuns, mas principalmente nas reuniões de tomadas de decisão para gestão de frotas eficientes.