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Kimberly-Clark amplia iniciativas na plataforma de distribuição online
A transformação digital tem contribuído para os esforços da Kimberly-Clark, multinacional líder em produtos de higiene pessoal, em ampliar o relacionamento com o consumidor em diversas plataformas de vendas, além de tornar a companhia pioneira no setor em introduzir novas formas de distribuição. Segundo o estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil de outubro de 2018, …

Kimberly-Clark amplia iniciativas na plataforma de distribuição online

Publicado: 17.07.2019 - 15:15, por eCompare.com.br

A transformação digital tem contribuído para os esforços da Kimberly-Clark, multinacional líder em produtos de higiene pessoal, em ampliar o relacionamento com o consumidor em diversas plataformas de vendas, além de tornar a companhia pioneira no setor em introduzir novas formas de distribuição. Segundo o estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil de outubro de 2018, …

A transformação digital tem contribuído para os esforços da Kimberly-Clark, multinacional líder em produtos de higiene pessoal, em ampliar o relacionamento com o consumidor em diversas plataformas de vendas, além de tornar a companhia pioneira no setor em introduzir novas formas de distribuição.

Segundo o estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil de outubro de 2018, feito pela Precifica, empresa especializada em monitoramento de preços no e-commerce e precificação dinâmica, a quantidade de empresas e marcas que atuam em lojas virtuais passou de 7.448 em setembro de 2017 para 14.204 em setembro de 2018, registrando um crescimento de 90,7% no período.

A chegada dos produtos da Kimberly-Clark nas plataformas da Amazon e Mercado Livre, por exemplo, já reflete a estratégia de tornar o e-commerce um canal estratégico para amplificar as vendas de produtos da marca nos próximos anos. “Temos como objetivo continuar com um forte crescimento duplo dígito de vendas para este ano. Este é um canal em amadurecimento para os segmentos em que atuamos e para a companhia, e uma ótima oportunidade para acelerar o crescimento junto com nossos clientes e melhor atender a demanda dos nossos consumidores e shoppers”, destaca Bruno Siqueira, diretor de trade marketing da Kimberly-Clark.

Grandes marketplaces têm adotado em suas logísticas o modelo de Fulfillment, por meio do qual ficam responsáveis pela embalagem e a entrega de produtos de diversos vendedores, a partir de um centro de distribuição (CD), incluindo também o serviço de pós-venda e atendimento ao cliente. Dessa forma, ele garante o melhor tempo de envio e fica responsável pela excelência na experiência de todos os compradores. “Todos somos consumidores, e cada vez mais queremos um atendimento customizado desde a compra até a entrega – este canal já é representativo para diversas categorias e cada vez mais também será para itens de higiene e cuidado pessoal”, completa Bruno.

A Líder de E-commerce para América Latina da Kimberly-Clark, Fernanda Lima, lembra que esse movimento feito pela companhia no Brasil reflete uma tendência global, que vem tomando cada vez mais força nos últimos anos. Como exemplo, fala do caso da China, que já passou os EUA e é o maior mercado de e-commerce do mundo. “A China há pouco tempo era lembrada como ‘A Industria do Mundo’, atualmente é considerada a ‘Fonte de Consumidores do Mundo’. A venda online do país asiático cresceu de 20 bilhões de dólares em 2008 para mais de 752 bilhões em 2016, tendo mais de 45% do total do mercado do mundo”, ressalta. Lima ainda reforça que a expectativa é que em 2019 o valor de vendas online chegue a um trilhão de dólares no país e que a previsão é que, no início do próximo ano, 26% dos compradores online no mundo estarão na China. “Por isso, quando alguma marca ou empreendedor pensar em e-commerce provavelmente terá que pensar na China”, reforça.

“No Brasil, vemos um grande movimento nesse sentido também e desde os pequenos vendedores até as grandes marcas entenderam que este segmento veio para ficar”, ressalta Lima, trazendo o dado de que, em 2017, o número de consumidores que faziam suas compras online no Brasil passou dos 25 milhões, totalizando 45 bilhões de reais em receita.