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Edtech aposta no mercado externo para ganhar escala
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Edtech aposta no mercado externo para ganhar escala

Publicado: 24.05.2019 - 20:02, por eCompare.com.br

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Dona de um portfólio com clientes como Natura, Honda e Tivit, o DOT digital group, referência em tecnologia em educação, aposta no mercado externo para ganhar escala em vendas e elevar a competitividade. Neste ano, a empresa abriu uma joint-venture em Lisboa com a Vantagem+, líder em formação e capacitação profissional em Portugal. “Queremos alcançar toda a Europa com nossa expertise em edtech e estamos negociando para abrir novos mercados, especialmente na Ásia. Temos muitos motivos para acreditar que a internacionalização vai agregar grande valor aos nossos negócios”, afirma Luiz Alberto Ferla, fundador e CEO do grupo.

Aumentar as vendas é uma das razões. O executivo explica que buscar novos mercados é importante para ganhar escala e, assim reduzir custos de produção. Segundo ele, o DOT ainda tem muito espaço para conquistar no Brasil, mas a flexibilidade de suas plataformas permite atender clientes do mundo todo e a globalização é saudável para o mercado interno. “Parcerias globais são fundamentais para nos mantermos alinhados com as tecnologias mais modernas ao redor do mundo. Consequentemente, estaremos solidificando ainda mais nossa marca aqui no Brasil”, explica Ferla.

É consenso entre empresários que a atuação no mercado externo impacta positivamente na atração e retenção de profissionais. As oportunidades de carreira internacional atraem talentos para a empresa, além de estimular a integração de diferentes culturas, o que é muito positivo para o ambiente corporativo. As operações no exterior também podem gerar oferta de emprego no Brasil, principalmente no caso de empresas de tecnologia como a nossa, que mantém o desenvolvimento dos produtos em solo brasileiro”, explica Ferla. Ele estima a contratação de 50 profissionais para atender a Europa.

Diversificar os riscos – O empresário lembra que a internacionalização traz riscos normais às atividades empresariais, mas por outro lado é uma proteção em relação à volatilidade dos mercados. “Os reveses da economia de um país podem ser compensados pela estabilidade de outrem. Quanto mais diversificarmos os riscos, mais blindados estaremos de fatores externos à gestão da empresa”. Outro ponto positivo da internacionalização é que a empresa passa a faturar em moeda estrangeira, criando um hedge “natural”. Desta forma, protege o negócio das oscilações cambiais e seus consequentes impactos na variação de preços dos ativos.