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CSU atinge EBITDA de R$ 23,2 milhões no primeiro trimestre de 2019
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CSU atinge EBITDA de R$ 23,2 milhões no primeiro trimestre de 2019

Publicado: 07.05.2019 - 23:44, por eCompare.com.br

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A CSU, empresa do mercado brasileiro de prestação de serviços de alta tecnologia voltados ao consumo, relacionamento com clientes, processamento e transações eletrônicas, anunciou os resultados financeiros do primeiro trimestre de 2019 (1T19), no qual, obteve EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 23,2 milhões (+28,6% QoQ), registrando crescimento de 10,3% quando comparado com o mesmo período do ano anterior. A Companhia reportou receita bruta de R$ 116 milhões e lucro líquido de R$ 4,5 milhões.

De acordo com o CFO da CSU, Ricardo Ribeiro Leite, a empresa iniciou 2019 embasada por um ambiente externo otimista, atrelado ao reaquecimento da economia. “Este trimestre foi marcado por um período de transição, com movimentações nas indústrias em que atuamos, gerando oportunidades comerciais e readequações voltadas a ganhos de eficiência operacional, cujos reflexos deverão ser sentidos nos próximos períodos. Além de novos contratos firmados, seguimos ofertando soluções diferenciadas para a prestação de serviços aos nossos clientes, permitindo-nos evoluir em nossas quatro Divisões de Negócios”, disse.

Com 20 milhões de cartões cadastrados, a CardSystem, Divisão responsável pelas atividades de processamento e administração de meios eletrônicos de pagamento, encerrou o 1T19 com 14,9 milhões de cartões faturados e cerca de 550 mil novos cartões adicionados à base no primeiro trimestre deste ano, apresentando um aumento de 6,4% na base de cartões cadastrados em relação ao 1T18.

“Em linha com as novas tendências do setor bancário, em que os clientes demandam cada vez mais transparência, conveniência e disponibilidade, continuamos ampliando as soluções digitais aos nossos clientes e parceiros, como, cartões digitais e virtuais – sem necessidade de cartão físico – wallets de pagamento e dispositivos vestíveis de pagamento como wearables“, afirma Ricardo Ribeiro Leite.

Junto aos bancos digitais, a Divisão iniciou o projeto piloto do contrato com o SmartBank – joint-venture entre o Banco Indusval e o grupo The Hive Brasil – que traz ao mercado uma plataforma open banking, com ofertas e soluções estruturadas para atender o mercado B2B2C.

Na MarketSystem, Divisão provedora de soluções de marketing de relacionamento, programas de fidelidade (loyalty) e incentivo e e-commerce, atingiu um volume financeiro transacional de R$ 64,9 milhões, expansão de 21,9% na comparação com o 1T18. “Seguimos aprimorando nossas linhas de negócios por meio do fortalecimento de marca e da contínua expansão da base de parceiros comerciais da plataforma OPTe+. Encerramos o trimestre com uma consistente evolução do volume financeiro transacional, reflexo do amadurecimento dos contratos comerciais firmados nos últimos períodos, e favorecido pela mudança estrutural do mercado de fidelidade”, comenta o CFO da CSU.

A Divisão ITS, especializada na terceirização de serviços de TI, seguiu focada em sua consolidação no mercado de terceirização de TI e cloud computing. Capturando oportunidades de cross-sell entre as frentes de atuação da Companhia, a Divisão firmou contrato com o banco digital Digi+, que oferecerá a infraestrutura necessária para arcar com as operações financeiras da Instituição em uma nuvem privada e on demand. Também, foi implantado o projeto da Portocred no período.

Já a CSU.Contact, Unidade especializada na prestação de serviços e relacionamento com o cliente por meio de posições de atendimento humano ou canais digitais, anuncia o início da prestação de serviços de atendimento para a Tok&Stok e Unidas e a partir de junho passará também a prestar serviços para a AirFox, empresa de meios de pagamentos digitais com sede em Boston e unidades no Brasil.

Com uma média de 1.973 posições de atendimento (PA’s) faturadas, a Unidade obteve uma retração de 11,7% em comparação com o 1T18 e de 5,1% em relação ao 4T18. “Os números mostram um período de transformação com a evolução do modelo de negócios no mercado de contact center – a inserção de novas tecnologias, plataformas digitais por inteligência artificial e analytics. Cada vez mais, essas soluções vêm desafiando o setor e despertando uma nova maneira de tratar as interações nas centrais de atendimento. Nesse sentido, a CSU tem direcionado seus esforços no desenvolvimento de uma jornada eficaz, com operações mais complexas e intensivas em tecnologia”, finaliza Ricardo Ribeiro Leite.