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‘Chegou a hora de popularizar as criptomoedas’, defende especialista
Mais de 2,3 mil criptomoedas diferentes já circulam pelo mundo segundo o site coinmarketcap.com e a estimativa é de que 19% da população já tenha ao menos uma delas em suas carteiras virtuais. Mas, desse total, apenas 10% realmente entende o funcionamento delas. É nesse cenário que Fernando Barrueco, CEO da Bomesp, defende a facilitação …

‘Chegou a hora de popularizar as criptomoedas’, defende especialista

Publicado: 26.07.2019 - 10:07, por eCompare.com.br

Mais de 2,3 mil criptomoedas diferentes já circulam pelo mundo segundo o site coinmarketcap.com e a estimativa é de que 19% da população já tenha ao menos uma delas em suas carteiras virtuais. Mas, desse total, apenas 10% realmente entende o funcionamento delas. É nesse cenário que Fernando Barrueco, CEO da Bomesp, defende a facilitação …

Mais de 2,3 mil criptomoedas diferentes já circulam pelo mundo segundo o site coinmarketcap.com e a estimativa é de que 19% da população já tenha ao menos uma delas em suas carteiras virtuais. Mas, desse total, apenas 10% realmente entende o funcionamento delas.

É nesse cenário que Fernando Barrueco, CEO da Bomesp, defende a facilitação do acesso às criptomoedas. Para isso, completa, é preciso “retirar seus diferentes tipos do mesmo cesto”. O posicionamento foi mote de sua palestra no BlockCrypto Expo, em São Paulo, que ocorreu no último dia 16 de julho.

“As pessoas ainda têm dificuldade em estabelecer o primeiro contato com as criptomoedas. É preciso quebrar essa barreira. E o começo está na compreensão das diferenças entre as moedas virtuais”, diz.

Ainda segundo Barrueco, a chegada da Libra – ativo digital do Facebook – ao mercado facilitará esse processo, bem como a adesão à tecnologia Blockchain. “Tudo gira em torno de inclusão digital e social. De um lado, a Libra irá permitir que as criptomoedas passem a ser usadas no cotidiano, para pagar do cafezinho ao pedágio. De outro, vai ajudar para que o dinheiro chegue onde nunca chegou antes”, acrescenta.

Três grandes grupos

O CEO explica que criptomoedas podem ser divididas em três grandes grupos de acordo com seus objetivos mercadológicos. O primeiro envolve nomes como Bitcoin, Ethereum e a própria Niobium Coin, da Bomesp. “São moedas com lastro na tecnologia, utilizadas como investimento. Isto é, por quem busca se posicionar, ter resultados”, explica.

Já o segundo grupo abarca as chamadas stablecoins (ou Moedas Estáveis). É nele que se posicionam a Libra, prevista para chegar ao mercado em 2020 e a Tuna Coin. Esta última será emitida pela Companhia Industrial Atuneira S/A e será listada pela Bomesp como um utility coin (Token de Utilidade) na compra e venda de atum. Além disso, a tecnologia Blockchain será utilizada na troca de informações entre empreendedores do setor e a Comissão Internacional para Conservação do Atum do Atlântico (ICCAT), que controla a captura desses pescados.

“Projetos como esses são protagonistas na economia distributiva, tendo paridade com o dinheiro em si – caso da Libra, que valerá um dólar e terá carteira chamada Calibra, disponível via Messenger e Whatsapp – ou, ainda, com produtos e serviços, como é o caso da Tuna Coin. A ideia é que propostas assim se tornem vouchers do dia a dia. Que façamos compras e embarquemos em um ônibus com eles ou, também, sirva para fechar negócios”, frisa Barrueco.

Por fim, no terceiro grupo estão os criptoativos que têm característica de valor mobiliário. “São programados para oferecer rendimentos. Na realidade, são ativos financeiros que utilizam o Blockchain como plataforma e dependem de regulação. No Brasil, ela fica a cargo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM)”, completa o CEO da Bomesp.

Bomesp

Pioneira no setor, a Bolsa de Moedas Virtuais e Empresariais de São Paulo (Bomesp) oferece um ecossistema completo para emissão e negociação de criptomoedas corporativas – envolvendo desde consultorias especializadas em tecnologia Blockchain a listagem e negociação de ativos digitais. Para isso, conta com um time de autoridades mundiais em criptoativos e se baseia em um sistema de alta eficiência capaz de processar 10 milhões de transações por segundo.

Atualmente, o marketplace ligado à Fundação Niobium conta com dez criptomoedas listadas, incluindo a Niobium Coin (NBC). Para outras informações, acesse www.bomesp.org. Já para negociar visite www.bomesp.com.